PROJETO DO NOVO ESTATUTO: SUGESTÕES OBJETIVAS

  • por em 21 de novembro de 2020

Igor Sales/ Cruzeiro/Flickr

Cruzeirense,

é chato ler e procurar entender artigos de Estatuto. Mas agora é necessária a sua opinião sobre temas que podem mudar a vida do Cruzeiro. Destaco abaixo cinco artigos do projeto QUE PRECISAM SER ALTERADOS OU EXTINTOS COM URGÊNCIA e isto somente será feito se você ajudar, divulgando o seu apoio.

De modo geral, excluindo-se duas aberrações (3 mandatos para o atual presidente e farra na concessão de Beneméritos) o projeto de reforma do Estatuto está bem feito e ficará melhor se promovidas algumas correções de forma.

Este estudo, de autoria do dr. Kris Brettas Oliveira, ex diretor jurídico do Cruzeiro, ésubscrito por mim em sua quase totalidade. Os pontos em que estamos de acordo e que precisam ser alterados ou excluídos, são estes:

Art. 15 – Formas de convocação da Assembleia Geral. Não se pode excluir, como quer o projeto, a possibilidade de ser convocada por 1/5 dos associados, como dispõe o Código Civil (art. 60);

Art. 21 e parágrafo primeiro – devem ser suprimidos porque vulgarizam a concessão do título de sócio benemérito, agraciando os atuais mandatários (vices) do Clube, daMesa do Conselho Deliberativo e até o presidente da Comissão de Reforma do Estatuto. Para tornar mais palatável a farra de auto concessões, ampliam o “papai noel” também para os antigos ocupantes dos cargos. Absurdo!

Art. 22 – Eleição para Natos. O artigo prevê que metade das vagas respeitará a ordem cronológica (tempo do associado como conselheiro efetivo). A outra metade, por eleição. Mas se em 60 dias não forem convocadas as eleições, as vagas serão preenchidas pelo primeiro critério (tempo como Conselheiro). Ficará assim ao bel prazer da Mesa. Basta não convocar as eleições. Onde fica a transparência? O parágrafo 6º. do art. 22, que prevê essa aberração deve ser suprimido.

Art. 31– Oportuna inovação, criando o Conselho de Administração, mas o item III inclúi como membro o Presidente do Conselho Fiscal, o que é inadmissível. O fiscalizador deve guardar total independência dos atos de administração.

Art. 35 – Trata de eleição para presidente do Cruzeiro. O parágrafo 3º. concede um terceiro mandato ao atual presidente. Casuísmo descarado, que deve ser afastado, com a supressão pura e simples do parágrafo, ou com a inclusão de um artigo nas disposições transitórias dispondo que anorma ali inserida passa a vigorar a partir de 2024. A observar-se que em cem anos, nenhum dirigente do Cruzeiro tentou dispositivo semelhante, mesmo os que ocuparam o posto por poucos meses.

Agora é com você, cruzeirense. Se estiver de acordo, divulgue, pressione com mensagens. Manifeste-se. O Cruzeiro é nosso!

BATE PAPO NO QUINTAL

Ontem não foi a noite com a qual sonhamos a semana toda. No primeiro tempo, gostaria de ter no Cruzeiro o meio de campo do Figueirense, que ganhava todas.  No segundo tempo, com a entrada de Matheus Pereira, a avenida Patrick Brey na nossa lateral esquerda foi fechada. Mas continuamos perdendo a segunda bola e errando passes além de 10 metros. A tranquilidade que ainda não encontramos sobrou no Figueirense, franco atirador, que não vence a quatro jogos e estreava seis jogadores, além do técnico Jorginho. O que viesse seria lucro. Do nosso lado, a ansiedade, a bola queimando os pés, dezenas de passes errados. Essa ansiedade não deixou Arthur Caike perceber o impedimento, no finalzinho, quando sofreu pênalti.

Além de muito mais treinos, precisamos de psicólogo urgente.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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