UFA!

  • por em 3 de dezembro de 2020

Bruno Haddad/Cruzeiro/Flickr

Teste coletivo, gratuito, para 9 milhões de corações azuis, ontem à noite, no Independência!

Precisava de 8 minutos de prorrogação?

Sim, precisava para o batismo de fogo da Nação Azul. Um sacrifício necessário à purificação dos que vão partir para a reconstrução de nós mesmos!

Mais importante do que a vitória sobre o vice-líder do campeonato foi a descoberta de que o time tem armas para a reação. Os recursos estão dentro de cada um, basta acorda-los para o conjunto, o entrosamento, a garra.

De tanto que foi pedido pra gente não jogar no lixo, bisonhamente, os escanteios, que o segundo gol foi uma grata resposta da comissão técnica.  Tudo como a gente pediu. Teve treinamento, bem executado. Cobrança de Felipe Machado, bola no primeiro pau (como já tomamos tanto!)  e gol do Manoel, eleito com a mais clara justiça o melhor em campo.

Enfrentamos ontem o América, os narradores e os comentaristas numa cruzada cívica para que o juiz apitasse também um pênalti contra o Cruzeiro. As jogadas apontadas podem ser duvidosas, mas não foram erros crassos do árbitro. Da mesma forma poderia ter sido apontado pênalti em cima do Manoel.

Estranho mesmo é vermos nas emissoras de rádio e tv o mundo caindo em revolta contra o juiz. Parece o incentivo de uma guerra civil que a gente não vê quando o prejudicado é o Cruzeiro. Não viram, por certo, a quantidade absurda de faltas marcadas contra o Cruzeiro e que eram toleradas no América. No final, 8 minutos de prorrogação… sem VAR, sem contusões sérias, sem lesão nos goleiros.

Quando é que você viu isto, antes ?

BATE PAPO NO QUINTAL

1. Atenção Rei Melo e Flavio: nunca censurei ninguém aqui neste QUINTAL e nunca retirei qualquer comentário, por mais rude e ofensivo que fosse. Não tenho conhecimento do que pode ter acontecido.

2. A que ponto chegamos. Na eleição para a Mesa diretora do Conselho Deliberativo, dos 9 votos dos Beneméritos, 3 foram para o Baroni, 5 para o Nagib e houve um voto em branco. Em declarações divulgadas ontem, o ex-presidente Gilvan e o atual presidente Sergio Rodrigues disputam a paternidade desse voto em branco.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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